segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Entenda os efeitos da cafeína no seu corpo


Estudos recentes mostram que 80% das pessoas precisam de uma dose diária da substância. Isso não significa que seja necessário eliminar o hábito do cafezinho e seus comparsas, mas é preciso moderação

ONDE A CAFEÍNA SE ESCONDE?
A maioria dos especialistas diz que o ideal é manter o consumo de cafeína abaixo de 400 mg por dia. Parece fácil até ver quanto um copo de refrigerante e uma pílula para dor de cabeça têm da substância.

Cafés
Preto coado (50 ml) 25 mg
Preto coado descafeinado (50 ml) 0,45 a 0,90 mg
Preto instantâneo, solúvel em pó (50 ml) 20 mg
Expresso (50 ml) 80 mg

Chás
Preto a granel ou sachê (235 ml) 40 a 74 mg
Preto descafeinado (235 ml) 2 a 5 mg
Verde, a granel ou sachê (235 ml) 25 a 50 mg
Branco, a granel ou sachê (235 ml) 15 mg
Instantâneo (177 ml) 33 a 64 mg
Ice tea (355 ml) 27 a 42 mg

Bebidas
Refrigerantes com adição de cafeína (à base de cola) (355 ml) 22 a 69 mg
Bebidas alcoólicas com adição de cafeína (30 ml) 3 a 9 mg
Energéticos com adição de cafeína (235 a 680 ml) 33 a 440 mg
Guaraná da Amazônia em pó (100 g) 350 mg

Alimentos
Chocolate (227g) - 0 a 6 mg
Doces com cafeína - 1 a 122 mg
Goma de mascar e balas com cafeína - 20 a 400 mg
Medicamentos (comprimido)
Cafiaspirina e Excedrin - 65 mg
Dorflex e Cibalena A - 50 mg
Neosaldina - 30 mg 

MENSAGEM ÀS AVESSAS
Estudos mensuraram os efeitos da cafeína no corpo e na mente. Uma breve amostra de pesquisas conflitantes: 

Expectativa de vida
Pró - Em estudo de 2012, pessoas que bebiam pelo menos três copos de café por dia tinham 10% menos chances de morrer.
Contra - Um estudo de 2013 disse que quem bebia mais de 28 copos de café por semana tinha menor expectativa de vida.

Exercícios físicos
Pró - Em 2013, pesquisadores descobriram que a cafeína melhora a performance atlética entre os ciclistas.
Contra - No mesmo ano, um artigo mostrou que a cafeína pode prejudicar o fluxo sanguíneo durante o exercício.

Atividade cerebral
Pró - Em um estudo de 2014, pessoas que tomaram cafeína antes de aprender algo novo lembravam melhor.
Contra - Um estudo de 2013 descobriu que a tolerância à cafeína pode anular melhorias cognitivas.

Fertilidade
Pró - Um estudo de 2013 disse que o consumo de cafeína levou à maior produção de espermatozoides potentes.
Contra - Estudo de 2012 disse que pessoas que consomem muito café têm menos sucesso na fertilização in vitro.

Estado de espírito
Pró - Em 2014, um estudo viu que pessoas que consomem café tinham menos tendência à depressão.
Contra - Outra pesquisa do mesmo anorelacionou o consumo de cafeína ao aumento de ansiedade.

Doenças
Pró - De acordo com estudo de 2013, o consumo moderado de café indicou menos risco de diabetes.
Contra - Outro estudo de 2013 associou o maior consumo de café com o maior risco de síndrome metabólica.

Fonte: M de Mulher

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Escolhendo um dentista


Um bom início é pedir referências para as pessoas em quem você confia: seus amigos, membros de sua família, conhecidos, colegas de trabalho, seu farmacêutico ou o médico da família. Pergunte a eles com que tipo de dentista fazem o seu tratamento dentário (clínico geral ou especialista), há quanto tempo tratam com este profissional e como é o relacionamento que mantém. É importante que você escolha um dentista com quem você se sinta bem.

Para escolher bem seu dentista, você pode também:
● Ligar para uma associação de dentistas e solicitar uma lista dos profissionais recomendáveis.
● Fazer uma busca na Internet. A cada dia aumenta o número de dentistas que têm sites onde explicam seus métodos de tratamento.

Que tipo de dentista eu estou precisando?

Os profissionais com formação geral são treinados para fazer todo tipo de tratamento e podem, se for preciso, indicar um dos especialistas relacionados abaixo:

● Odontopediatra: especializado no atendimento de crianças.
● Endodontista: diagnostica e trata de enfermidades da polpa dentária e canais radiculares (muitos dentistas gerais também fazem tratamentos de canal).
● Protesista: especializado na confecção de coroas, próteses dentárias fixas, removíveis ou próteses totais conhecidas como dentaduras.
● Patologista bucal: usa procedimentos laboratoriais para diagnosticar problemas bucais. Também é especializado em odontologia forense.
● Cirurgião bucal/maxilofacial: remove cistos, tumores e dentes. É preparado para corrigir fraturas ou outros problemas que exijam tratamento cirúrgico, inclusive da articulação temporomandibular (ATM). 

Esses profissionais também usam métodos de cirurgia plástica para eliminar ou reduzir problemas do maxilar e da face.

● Ortodontista: especializado na correção da posição dos dentes por meio de aparelhos ortodônticos.
● Periodontista: especializado no diagnóstico e tratamento das doenças da gengiva.

Como se tornar um dentista?
Para se tornar um Dentista, é necessário ingressar num curso de Odontologia reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação)e pelo Conselho Federal de Odontologia. O curso tem duração de 5 anos ou 10 semestres e dá direito a licença pelo Conselho Federal de Odontologia, através do nº de CRO, emitido pelo Conselho Regional de Odontologia de seu estado. Após o término do curso, geralmente realiza-se um curso de especialização, onde o dentista escolhe uma das áreas da Odontologia para atuar Ortodontia, Periodontia, Odontopediatria, Cirurgia, entre outras).

Fonte: Colgate

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Dieta detox: 5 perguntas que você deve fazer antes de adotá-la


Foto: AnaBGD/Thinkstock/Getty Images
Ela promete limpar o corpo de toxinas e promover a perda de peso num passe de mágica. Mas será que cumpre mesmo essa função? Conheça os riscos e os cuidados necessários antes de aderir a esse regime.

1) O que é a dieta detox?

O termo “detox” vem de desintoxicar. Isso porque o objetivo desse plano alimentar é ajudar o organismo a se livrar de toxinas que seriam resultado do consumo excessivo de alimentos gordurosos, cheios de açúcar ou até de bebida alcoólica.

A variedade de menus da dieta detox é grande: há cardápios à base de sucos, sopas, chás e também alimentos sólidos. Todos eles têm em comum a ingestão de frutas e verduras e a eliminação de itens considerados uma ameaça à saúde, a exemplo de industrializados, frituras e conservantes.

2) Ela é eficaz?

Uma das principais promessas da dieta detox é o emagrecimento rápido. O problema é que, para muitos especialistas, essa não é a maneira mais correta e eficaz de derrubar o ponteiro da balança. "O que se perde nos primeiros dias são apenas líquidos. Ao retomar a alimentação de costume, o peso volta", explica o fisiologista David Heber, presidente do Instituto de Nutrição Herbalife.

Além disso, por serem hipocalóricas - isto é, com pouquíssimas calorias - as dietas detox propiciam o chamado efeito sanfona, principalmente se feitas por muito tempo e sem orientação. "Com o baixo fornecimento de calorias, o corpo mobiliza a gordura do tecido adiposo para as células, a fim de transformá-la em energia", esclarece a nutricionista Sandra Chemin, coordenadora do curso de nutrição da Universidade São Camilo, em São Paulo. Isso pode até parecer bom, mas a história não acaba aí. É que, ao voltar a comer como antes, a gordura retorna para as células onde estava armazenada. Em outras palavras, a pessoa engorda de novo - e, muitas vezes, isso acontece até com maior intensidade após um período de alta restrição calórica.

3) As dietas detox oferecem algum perigo para a saúde?

Quando feitas sem o acompanhamento de um médico ou nutricionista, sim. O alerta vale principalmente para os cardápios líquidos, que abrem portas para o desequilíbrio de vitaminas e minerais. "Iniciar a dieta com uma deficiência nutricional pode ser perigoso", alerta a nutricionista Márcia Reis Fernandes, coordenadora do curso de nutrição da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Por isso, é uma boa checar com um médico se está tudo em ordem com os seus exames.

Se você é daquelas que levam uma vida ativa no trabalho ou praticam bastante atividade física, passar alguns dias consumindo basicamente sucos e chás não é uma boa ideia. É provável que o resultado seja episódios de tontura, fraqueza, mal-estar ou até desmaios. Isso porque essas preparações são pobres em calorias e, portanto, não garantem o aporte de energia necessário para aguentar o tranco o dia a dia.

E tem mais: diversos estudos demonstram que basear a dieta em sucos não é uma boa escolha se o seu objetivo é afastar o diabetes. É que eles apresentam menos fibras quando comparados à fruta inteira. Com isso, o índice glicêmico da bebida aumenta - o que significa que, após seu consumo, o teor de glicose no sangue se eleva rapidamente. Para controlar a situação, mais insulina é liberada. Acontece que esses picos de glicose e insulina podem gerar uma resistência à ação do hormônio, aumentando o risco de diabetes. Daí porque pessoas portadoras desse distúrbio devem se manter longe de dietas como essa.

4) O corpo precisa mesmo de uma ação detox pela dieta?

"Por meio de reações químicas, o fígado já exerce a função de se livrar das tais toxinas", lembra David Heber, que também é professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. Por outro lado, certos alimentos podem, sim, dar uma força ao organismo nesse processo. "Brócolis, couve-flor e raiz-forte, por exemplo, são ricos em antocianinas, que intensificam a presença de enzimas responsáveis pela desintoxicação", informa o médico. Outros itens cheios desses nutrientes são aqueles de casca vermelha ou roxa, como berinjela, uva e cereja.

Mas que fique claro: para tirar proveito de tudo isso, é preciso consumir esses alimentos com frequência, e não só no período em que você estiver tentando compensar os exageros do fim de semana.

5) Como saber se a dieta detox é a melhor para mim?

Consulte um especialista para se certificar de que você realmente precisa adotar esse regime. Além de identificar eventuais restrições - como diabetes ou déficits nutricionais - só ele poderá orientar a melhor maneira de incluir os alimentos propostos por esse modelo alimentar na sua rotina, sem prejudicar a sua saúde. Mas vale frisar: consuma, pelo menos, cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes sempre. E não se esqueça de praticar atividade física regularmente.

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ta faltando saliva? Cuida com as placas!


A saliva cumpre uma importante função na boca. Para começar, ajuda a eliminar as partículas de alimento. Mas também ajuda a prevenir as cárie dental e a infecção, ao eliminar a placa por lavagem e impedir que as bactérias causadoras de doença se acumulem nos dentes e nas gengivas. Mas a saliva sozinha não pode fazer todo esse trabalho. Portanto, é importante que você elimine a placa mediante a prática de uma higiene oral adequada, que implica o uso diário correto de fio dental e a escovação dos dentes duas vezes por dia.



A maioria de nós não pensa na umidade da boca até que ela fica seca. Diversas condições patológicas podem causar boca seca, também denominada xerostomia, inclusive as seguintes:

● Tratamentos de câncer. Si você tem qualquer tipo de câncer na cabeça ou no pescoço e recebe radioterapia, a boca seca é um efeito secundário comum, dado que a radiação danifica as glândulas salivais, além de destruir o câncer. Alguns medicamentos usados para tratar câncer de qualquer parte do organismo também podem causar boca seca.

● Medicamentos sob prescrição. Centos de medicamentos de uso comum, inclusive muitos agentes antidepressivos e medicamentos anti-hipertensivos, podem contribuir para o aparecimento da secura de boca. Se você tomar medicamentos que parecem lhe fazer sentir a boca seca, seja especialmente cuidadoso com a escovação dos dentes e o uso adequado de fio dental.

● Dano nos nervos. Alguns tipos de lesões na cabeça ou no pescoço podem danificar os nervos específicos que estimulam a produção de saliva pelas glândulas salivais.

● Doença crônica. A diabetes, HIV/AIDS e a doença de Parkinson estão entre as doenças que podem contribuir à secura de boca crônica.

● Uso de fármacos. As metanfetaminas foram associadas à boca seca.

Os sintomas de secura de boca crônica incluem lábios partidos, língua seca, sensação ardente ou pegajosa na boca, lesões ou infecções da boca, e dificuldade para sentir o sabor das comidas, mastigar, tragar ou falar.

A boca seca é comum em adultos idosos, e as investigações demonstraram que tem um impacto negativo sobre a qualidade de vida, devido às moléstias associadas com os sintomas. Os achados de uma revisão de dez anos publicada no Journal of the American Dental Association em 2007 sugerem que a detecção precoce dos signos de boca seca em pessoas idosas pode ajudar a prevenir a acumulação de placa e as possíveis cáries dentais, e inclusive a doença grave das gengivas que pode surgir, se a condição fica sem tratar. Pergunte aos seus amigos e familiares de idade avançada se experimentaram sintomas de boca seca e ajude-os a seguir uma rotina constante de cuidado oral, ou assegure-se de que quem os cuida os ajudem no cuidado oral, se for necessário.

Algumas pessoas idosas sofrem a síndrome de Sjögren, uma doença autoimune caracterizada por extrema secura dos olhos e da boca. A síndrome de Sjögren aparece em adultos idosos e é mais comum em mulheres que em homens. Ainda se desconhece a causa exata, mas se você ou alguém que conhece desenvolve síndrome de Sjögren, é extremamente importante que preste atenção à secura de boca. Inclusive aqueles que têm extensos antecedentes de higiene dental podem desenvolver cárie dental devido à excessiva falta de saliva que acompanha esta condição patológica. 

Uma revisão do Journal of Dental Research em 2008 achou que os adultos com síndrome do Sjögren têm maior risco de cárie dental e perda de dentes, em parte devido à falta de saliva e em parte devido a mudanças na composição da saliva, que resulta menos capaz de combater as bactérias causadoras de placa.

Não há uma estratégia comum a todos para tratar a síndrome de Sjögren ou a secura de boca, embora a investigação preliminar sugere que no futuro poderia ser possível algum tipo de terapia gênica.

A melhor forma de tratar a boca seca implica o manejo dos sintomas e a prática adequada da higiene oral. Se você padece síndrome de Sjögren ou de secura de boca causada por doença, medicamentos ou outros fatores, pode aliviar os sintomas bebendo água freqüentemente durante o dia, ou chupando caramelos duros sem açúcar ou mascando balas de goma sem açúcar, para estimular o fluxo de saliva. Também evite o tabaco e o álcool, que podem contribuir ao aparecimento da boca seca e piorar a secura de boca crônica.

Mas lembre que nenhuma destas estratégias é um substituto de uma exaustiva rotina de cuidado oral. Isto implica a escovação de dentes três vezes por dia (ou com maior freqüência se comer petiscos pegajosos ou açucarados) e as consultas regulares a um dentista ou higienista dental para efetuar uma limpeza profissional.

Fonte: OralB

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Alimentação e dentes saudáveis

Veja o que comer e o que evitar para manter seus sentes mais bonitos.
Consumir uma dieta adequada e nutritiva não só ajuda a manter o corpo saudável, mas também a boca. A nutrição desempenha um papel importante na saúde e na higiene dos dentes, das gengivas e da boca.
Restrinja os refrigerantes, o café e o álcool
Embora estas bebidas contenham elevada concentração de fósforo, que é um mineral necessário para a boca sadia, muito fósforo pode esgotar a concentração de cálcio do organismo. Isto gera problemas na higiene dental, tais como cárie e doença das gengivas. As bebidas que contêm aditivos tais como xarope de milho e corantes alimentícios, podem fazer aparecer os dentes brancos nacarados como opacos e descolorados. Portanto, é melhor escolher bebidas como o leite, que ajuda a fortalecer os dentes e a construir um esmalte mais forte, para dar um sorriso sadio e formoso.

Beba água corrente sempre que for possível
Se a água engarrafada é sua principal fonte para beber, você está perdendo os benefícios preventivos do fluoreto para as cáries.

Controle seu estilo de vida com baixo conteúdo em hidratos de carbono
Apesar de sua popularidade, as dietas com baixo conteúdo de hidratos de carbono podem causar mau hálito. Uma dieta equilibrada e saudável para os dentes pode ajudar a reduzir as cáries dentais.
Incremente a ingestão de cálcio

Depois dos 20 anos, as mulheres e os homens perdem mais massa óssea da que formam, por isso é importante restabelecer o cálcio perdido com um suplemento diário e o consumo de frutas e vegetais com alto conteúdo de cálcio, tais como os vegetais de folhas verde escuro. Estes alimentos também ajudam a reduzir a acumulação de ácido na saliva, que pode causar a degradação do esmalte dental.

Tome uma dose diária de vitaminas C e D
Estas vitaminas ajudam a sustentar a absorção dos minerais para a boca saudável, tais como o cálcio e o fósforo, que sustentam o tecido ósseo e das gengivas, e os mantém saudáveis. Esta é uma forma simples de manter a higiene dental e combater a doença das gengivas.
Apague o cigarro
O hábito de fumar cigarros é um dos maiores contribuintes ao envelhecimento da boca. De acordo com os Centro de Controle de Doenças, mais de 22 milhões de mulheres nos Estados Unidos fumam cigarros. Além de manchar os dentes, o hábito de fumar interrompe a absorção do cálcio no organismo e também pode causar doenças que podem colocar a vida em perigo, tais como câncer oral. Portanto, deixe de fumar e desfrute dos benefícios da saúde, além de um sorriso bonito e saudável.

Fonte: OralB

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Que é um diastema e como tratá-lo?

O “diastema” é uma área de espaço extra entre dois ou mais dentes. É mais frequentemente observado nos dois dentes frontais da arcada superior. Muitas crianças tem diastema como resultado da queda dos dentes de leite, mas, na maior parte dos casos, os espaços se fecham quando os dentes permanentes nascem.

O diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes, pela falta de dente ou anormalidade do freio labial, que é o tecido que se estende do lábio à gengiva até o ponto em que se localizam os dois dentes frontais superiores. As causas secundárias do diastema envolvem problemas de alinhamento bucal, como o grau de overjet ou protrusão dentária.1

Quais as opções de tratamento?

O tratamento pode ser discutido depois que seu dentista determinar a razão do diastema. As opções podem ser:

● Manter o diastema.
● Iniciar um tratamento ortodôntico que movimente os dentes e feche o diastema.
● Usar próteses de porcelana (porcelana cimentada no lado externo dos dentes)
● Fazer um trabalho de prótese fixa ou substituição dos dentes por implantes (adultos somente) .

Se seu freio labial for de tamanho anormal, você pode consultar um periodontista e considerar a possibilidade de passar por um procedimento cirúrgico chamado frenectomia. Trata-se de um procedimento que envolve o corte e reposicionamento do freio labial para permitir maior flexibilidade. Na criança, a frenectomia pode fazer com que o espaço se feche por si mesmo. Nos adolescentes e adultos, a eliminação do espaço pode exigir o uso de aparelho. A consulta com seu dentista é essencial para determinar a melhor opção de tratamento no seu caso.

Fonte: Colgate

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O que é gengivite?



Gengivite - uma inflamação da gengiva - é o estágio inicial da doença da gengiva e a mais fácil de ser tratada. A causa direta da doença é a placa - uma película viscosa e incolor de bactérias que se forma, de maneira constante, nos dentes e na gengiva.

Se a placa não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (ácidos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença gengival, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes.

Como sei que tenho gengivite?

Os sintomas clássicos da gengivite incluem gengiva vermelha, inchada e sensível que pode sangrar durante a escovação. Outro sintoma de doença é o recuo ou retração da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada. A doença gengival pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida e placa. Algumas pessoas têm mau hálito freqüente ou sentem gosto ruim na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.

Como posso prevenir a gengivite?

Uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois uma vez que a placa se acumula e endurece (ou torna-se tártaro), apenas o dentista pode removê-la.

Você pode prevenir a gengivite da seguinte maneira:

● Escovação correta e uso apropriado do fio dental para remover placa e restos de alimentos, e do controle do aparecimento de tártaro;
● Alimentação correta para garantir nutrição adequada;
● Evitar cigarros e outras formas de tabaco;
● Ir ao dentista regularmente.

Fonte: Colgate